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2010-10-07

lab.ccdd. Concurso Cultural Rede Catraca Livre: “A cidade na sua mão” _0 _1



"A cidade na sua mão" Concurso Cultural da Rede Catraca Livre

Até o dia 31 de outubro, quem enviar uma produção inspirada no tema "a cidade na sua mão" para a Rede Catraca Livre, poderá concorrer a vale-presentes de R$ 500,00  na Fnac. Podem ser enviadas produções inéditas em vídeo, áudio ou  imagem.


A Cidade na Sua Mão
A rua se transformou num espaço de desconfiança e medo. Vemos esse medo nos muros cada vez mais altos, nos carros blindados, nas grades, nas catracas, erguidas por tantas cenas de agressão. Não são apenas as agressões físicas. Enfrentamos diariamente a violência da poluição, dos congestionamentos, das enchentes, das crianças de rua, da falta de calçadas. Encaramos a cidade como um adversário a ser enfrentado. Quando podemos, tentamos ficar protegidos de seus perigos.
Como seria uma cidade que, ao contrário, está em nossas mãos, na qual nos sentimos próximos, acolhidos, visíveis, com menos muros e catracas?
Gilberto Dimenstein


Rede Catraca Livre, premiará quatro usuários com vale-presentes da Fnac, com o apoio do Instituto Pinheiro.
Serão 4 vales de R$ 500,00 para compra de livros, CDs,  DVDs e equipamentos no site da Fnac(frete gratuito).
1.Para participar, você precisa ter um perfil na Rede Catraca Livre. Se você ainda não fez o seu cadastro, clique aqui.
2. A rede premiará apenas usuários da Cidade de São Paulo. Os Vale-presentes não são válidos para outras cidades.
3. Envie a sua produção inspirada na expressão "a cidade na sua mão" para o emailconteudolivre@catracalivre.com.br, com uma breve descrição do conteúdo,  indicando o nome do usuário cadastrado na Rede, telefone para contato e por que está participando do concurso.
No caso de vídeos, envie o link para embed no Youtube ou Vimeo. Um mesmo usuário pode enviar mais de uma produção.

2010-10-02

mob.urb. TRIP: Roberto Da Matta desvenda comportamento doentio dos nossos motoristas

http://revistatrip.uol.com.br/revista/192/paginas-negras/a-direcao-do-brasil.html

A DIREÇÃO DO BRASIL
O antropólogo que explica o Brasil dispara: "Vivemos o delírio de que ter um carro é sinônimo de sucesso"

Depois de estudar o Carnaval, o futebol e o jogo do bicho, o antropólogo Roberto Da Matta descobre no comportamento doentio dos nossos motoristas – em seu desrespeito às leis e ao outro – uma explicação para o estilo de vida brasileiro
Gabriel Rinaldi



Em sua longa missão para entender o homem brasileiro, o antropólogo Roberto Da Matta se embrenhou, na década de 60, em aldeias indígenas dos gaviões e dos apinajés, no interior do Pará e de Tocantins. Hoje, aos 74 anos, ele acredita que pode ser mais revelador se enfurnar no Detran em Vitória (ES) ou ficar parado em um congestionamento na ponte Rio-Niterói.

Convidado pelo governo do Espírito Santo para coordenar uma pesquisa sobre educação no trânsito, o antropólogo saiu da experiência com um livro novo – Fé em Deus e pé na tábua: como e por que você enlouquece dirigindo no Brasil, que será lançado pela editora Rocco em outubro.

Para tentar compreender a epidemia de 40 mil mortes no trânsito por ano (o que nos torna o quinto pior país do mundo nesse quesito), o antropólogo foi até as raízes sociais do Brasil. Concluiu que nosso terrível comportamento nas ruas é fruto de uma sociedade que ainda não aprendeu a ser igualitária e a se libertar de seus traços aristocráticos. De uma elite que sempre rechaçou o transporte coletivo e que adotou o carro como símbolo de superioridade social. De uma crença irracional em uma proteção divina que compensaria os riscos corridos ao volante.

leia o resto lá:
http://revistatrip.uol.com.br/revista/192/paginas-negras/a-direcao-do-brasil.html

2010-09-24

Mobilidade Urbana Sustentável .. Renata Falzoni .. 22/9 Dia Mundial sem Carro .. Yahoo Social Bike

Renata Falzoni
Journalist, videographer, cicloactivist, ESPN Channels in Brazil, Bikerreporter da Eldorado AM & FM

Renata Falzoni, após formar-se arquiteta pela FAUM - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie, em 1977, começou a trabalhar como repórter fotográfica na imprensa brasileira,tendo passado pela Folha de São Paulo, Revistas Isto É , Placar, Playboy, Nova, Cláudia entre outras publicações, na década de 80. Ser vídeo-repórter de esportes de ação na montanha passou a ser maior objetivo desde 88, quando no TV MIX, na TV Gazeta, marcou do formato "abelha" na TV brasileira. Mas foi só com o surgimento das câmeras mini-digital e das TVs por assinatura que o mercado passou a ser receptivo a esta linguagem.

Yahoo! lançou o projeto Social Bike, uma plataforma de tecnologia e conteúdo para estimular o uso da bicicleta como meio de transporte do nosso dia a dia. Muita gente já aderiu à essa ideia, mas nós acreditamos que muito ainda pode ser feito. Cada ciclista, novato ou experiente, deve ser um disseminador dessa causa.



http://twitter.com/DMSC_SP





Bicicletada, movimento em que ciclistas se juntam para reivindicar seu espaço nas ruas





· Lembre-se, não conduza muito perto de ciclistas. Deixe-lhes espaço suficiente;

· Aguarde por um espaço livre antes de ultrapassar um ciclista em uma via estreita;

· Sempre verifique cuidadosamente a aproximação de ciclistas antes de contornar ou cruzar uma via;

· Somente invada uma ciclovia ao entrar ou sair de uma via lateral, entradas de garagens ou estacionamentos;

· Se você está atravessando uma ciclovia ou ciclofaixa, dê a preferência aos ciclistas antes de atravessar;

· Redobre o cuidado quando estiver próximo de ciclistas jovens;

· Sempre verifique cuidadosamente a aproximação de ciclistas antes de abrir a porta de seu veículo;

· Observe sempre se não há nenhum ciclista se aproximando antes de fazer uma manobra ou ao sair de uma garagem ou estacionamento;

· Compartilhe as vias públicas com os ciclistas quando não houver ciclovias ou ciclofaixas. As vias são de todos.






2010-09-21

Pare e reflita


Faça um pequeno exercício de observação: enquanto estiver parado na calçada, a pé, esperando por seja lá o que for, comece a reparar no trânsito dos automóveis. Sem se deixar levar por aquele estresse todo, dê mais atenção ao interior dos carros, repare como estes vêm e vão, independentemente de lugar e destino. Só repare.

Uma vez atento a cada veículo que passa, seja ainda mais profundo e perceba motoristas e passageiros nos transportes particulares. Provavelmente agora, você notará algo de muito curioso: na grande maioria dos carros, grandes ou pequenos ou seja lá como forem, haverá apenas 1 (hum!) indivíduo. Nada mais, nada menos.

De acordo com dados da Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo, pelo menos 62% dos motoristas da cidade andam sozinhos no carro. De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo, existem hoje, só na capital, 6.870.497 automóveis – número que continua crescendo. De acordo com cálculos, o tamanho médio de um veículo desse tipo é de, aproximadamente, 12,5m².

E de acordo com o bom senso, os 86mil km² da área média da frota de veículos em São Paulo são capazes de abarrotar facilmente qualquer malha viária, não importando o tamanho. Pois, além da quantidade imensa de carros na rua, deve-se imaginar que a fluidez do trânsito ainda pode ser travada por muitos outros motivos que acontecem sim, como carros quebrando, batidas e panes na sinalização.

Acreditar que se mover sozinho num automóvel, portanto, será mais rápido e prático do que de outras formas é uma mentira. Isso sem levar em conta também os absurdos problemas de congestionamentos do dia-a-dia.

Amanhã, 22 de setembro, acontecerá mais uma vez o Dia Mundial Sem Carro, uma chance para que você, acostumado às vagarosas horas no trânsito, possa pensar um pouco sobre como anda se mexendo. Para melhorar essa situação, não basta querer resolver sozinho, comprar um carro e se enfiar no meio de um engarrafamento.

Para que mudanças aconteçam é preciso criatividade e que você exija soluções novas. Basta de rodovias, pontes, carros e mais carros. Use o seu dia de amanhã para tomar um ônibus e pensar no assunto enquanto viaja. Pode ser que as coisas demorem para mudar. Mas acredite: demorará menos do que todas as horas de sua vida em que passou e passará preso no trânsito da cidade.


DIA 22 de SETEMBRO
- DIA MUNDIAL SEM CARRO -
FAÇA SUA PARTE E APROVEITE PARA REFLETIR


[@utopiaeco é a editoria de ecologia, transporte e urbanização do colabo21, organizada pelos estudantes do grupo, no curso de jornalismo da PUC-SP, na disciplina de Cultura e Cidadania]

2010-09-16

dock dock: carro elétrico comunitario urbano








MOBILIDADE URBANA
Dock Dock: o minicarro elétrico de Jaime Lerner
Interessado nas questões de mobilidade, o urbanista Jaime Lerner desenvolveu o Dock Dock, um protótipo de minicarro elétrico, que pode ser usado para melhorar o transporte público e desafogar o trânsito das grandes cidade

Marcia Bindo . Revista Vida Simples – 01/2010 - http://vidasimples.abril.com.br/

Você ainda acredita que é possível resolver de vez o trânsito nas grandes cidades?
Com certeza. Acredito que qualquer cidade do mundo consiga melhorar sua qualidade de vida em três anos com boas estratégias. Para o problema da mobilidade nas grandes cidades, por exemplo, é preciso lançar mão de todas as alternativas de transportes possíveis (metrôs, ônibus etc.) e otimizá-las. Em uma cidade como São Paulo, em que 80% dos deslocamentos são feitos nas superfícies, só linhas de metrô não resolvem o problema. É preciso investir também nos ônibus – dar a eles a mesma performance e agilidade dos metrôs –, em bicicletas e em outras formas de transporte.

Qual o conceito do Dock Dock?
Trata-se de um carro urbano que foi pensado para circular em zonas movimentadas, como os centros. Elétrico, não polui e atinge a velocidade máxima de 25 km/h – e ainda é o menor modelo do mundo (seis vezes menor que um carro). A ideia é que seja usado como complemento do sistema de transporte coletivo, em que é necessário melhorar o tráfego, evitando a necessidade do carro e possibilitando um deslocamento mais rápido do que na caminhada e mais confortável que em uma bicicleta.

O caminho é investir em transportes compartilhados?
Sim, mas integrando-os com os transportes públicos. Os Dock Dock não terão donos e serão alugados próximos aos terminais de ônibus e metrô. A pessoa desce do ônibus, retira um carrinho, vai até a estação mais próxima de onde quer ir e o deixa lá. Não precisa ir trabalhar com seu próprio carro. É um tipo de veículo que visa diminuir o número de carros nos itinerários de rotina.


catraca: Programação para o Dia Mundial Sem Carro

http://catracalivre.folha.uol.com.br/2010/09/programacao-para-o-dia-mundial-sem-carro/
 
Dia 22 de setembro é o Dia Mundial Sem Carro. Deixe seu automóvel em casa e participe de alguma programação especial para esta data.